The Philosoper's Stone

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The Philosoper's Stone

Mensagem por Convidado em 5/24/2013, 16:24

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Sipnose:

A história narra a história do personagem Korumuno Nakashika, que foi mandado um assassino matar a familia dele, por que ele tinha um poder imenso, porém os pais dele, Hakawan Nakashika (Mãe do Korumuno) e Kishito Nakashika (Pai do Korumuno) salvaram ele colocando-o na porta de uma casa, da mulher que adotou e treinou Korumuno, Anaki Tomuro. Então o garoto descobre sobre a pedra filosofal e vai em busca dela pelo mundo. E assim segue a História desse garoto.
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Não, a fanfic não será interativa...
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Re: The Philosoper's Stone

Mensagem por Convidado em 5/24/2013, 16:54

Episódio 1: No Começo.

Em uma noite escura e chuvosa , uma familia teve um filho meio que um tanto estranho , o nome desse filho era Korumuno Nakashika, uma familia um tanto pobre sem poucas condições financeiras, mas esse garoto era estranho , uma energia mistica envolvia seu corpo toda vez que ele chorava ou ficava com raiva. Em uma noite, Korumuno ainda tinha 7 meses e um assassino invadiu a casa de Korumuno e matou os pais dele com várias facadas, mas antes disso os pais deles o salvaram e colocaram na porta da casa de uma pessoa estranha .


~15 Anos depois ~
POV Kuromuno

Estava um dia claro, eu , estava treinando com minha sensei , eu já estava fraco com o treino , ela estava me treinando a muito tempo, que saco ela era muito forte eu nunca vencia se quer UM treininho ...

–Vamos Kuromuno! Sem Moleza Garoto!
– Diz a Sensei dele com um tom sério.

Após dizer isso ela tenta dar uma joelhada no meu estomago, então eu coloco a mão na frente do joelho para tentar se defender. A Joelhada foi muito forte e fez eu cair para trás, sinceramente aquela mulher apelava de mais, ela sabia que não tinha como eu me defender . A queda doeu apenas um pouco, logo eu me levanto .

–Sensei... Você é forte de mais... Não dá uma trégua... – Falo ao abaixar a cabeça .

Então eu sinto um tapão na minha cara que faz eu cair no chão , não senti nada na hora, estava com o sangue quente, mas depois de uns 40 segundos.. A dor veio com tudo.

–Cala boca e continua! –Diz a Sensei dele com uma certa, digamos assim ''Arrogância'' .

Essa sensei era muito puxada, sempre fazendo eu treinar mais e mais, isso já estava enxendo, nesses treinos eu sempre perdia, era ruim de mais ficar perdendo além do mais que ela era arrogante as vezes, isso era chato e eu não gostava muito , porém tinha que aguentar por que ela era a única pessoa que eu conhecia ... As vezes parecia que minha Sensei estava preocupada com algo, mas eu não me atrevia a perguntar por que tinha medo de ela dizer alguma coisa que não me agrade muito .. Então eu corri na direção dela e pulei por cima dela, dei uma cotovelada nas costas dela que a fez se desiquilibrar, então eu pulo e tento um chute, mas ela segura meu pé e o joga para frente, por sorte eu caio em pé. Então eu corro na direção dela tentando acertar um soco nela, mas ela era muito agil e segura minha testa com um dedo e o empurra pra trás me desiquilibrando e fazendo eu cair , esse tombo dueu , já estava começando a ficar com raiva. Então eu resolvo terminar com isso para mim descançar.

–Sensei, estou cançado... Deixa eu descançar um pouco?-Pergunto com um tom de tristeza, eu realmente estava triste mais forçei um pouco para ela me deixar ir. -Por favor... – Continuo.

–Claro. Mas por apenas 10 MINUTOS APENAS! –Diz ela.

Na minha opnião ela parecia um pouco nervosa com alguma coisa, eu não entendia muito bem . Uma das minhas hablidades que eu tinha era ler a mente das pessoas, mas com ela era dificil .. Não conseguia ler, era tudo tão ''preto'' , não dava pra ver nada e isso me indignava . Como eu podia ler os pensamentos de todo mundo menos o dela ? É meio chato .. Então eu me levanto e começo a caminhar até a varanda que fica de frente com o mar, a vista era linda , aquilo me deixava encantado. As águas cristalinas do mar deixava ver tudo por dentro. Avistava golfinhos, peixes , dentre outros animais maritmos . Aquilo era realmente fascinante, não hávia nada melhor do que olhar aquela paisagem naquela casa. Eu estava triste por não conhecer minha familia.. Sabia apenas que eles morreram em um Acidente , não sabia nem os nomes dele .. Isso me desanimava mais ainda . Quando eu menos percebo eu vejo minha sensei se sentar do meu lado , era raro isso acontecer.

–O que ouve? Parece meio triste... –Pergunta minha sensei .

–Não é nada... –Respondo a pergunta dela olhando para os olhos dela tentando novamente ler os pensamentos da mesma, não conseguia novamente e isso me indiginava mais ainda.

–Diz logo se não vou te dar o cacete. –Diz a minha sensei um tanto ''nervosa''. Parecia que ela já sabia da tal resposta e eu não entendia isso, eu não gostava de conversar com ela por que ela era muito arrogante...

–Ok..Ok ... Eu nem conheci minha verdadeira familia, não sei de nada sobre ela, só sei que eles morreram em um acidente, como você mesma disse... –Respondo ela com uma cara triste, não via nada de surpreso no rosto dela, agora já tinha tomado minha conclusão que ela já esperava essa resposta .

–É... Acidente... Eu vou te contar uma coisa: Eles moravam naquela casa destruida da rua de cima... Estava no bilhete... –Responde ela com uma cara de que estava mais aliviada..

–Sério? Posso ir até lá?! – Digo eu já me levantando com tudo , com uma certa felicidade.
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Re: The Philosoper's Stone

Mensagem por Convidado em 5/24/2013, 19:15

Episódio 2: As verdades aparecem.

Já estava na rua, ansioso por saber onde minha família morava, e mais ainda por estar podendo ir lá! Não sei o que deu na minha Sensei, ela nunca deixava eu ir para lugar nenhum, o que será que ela tem? Eu fiquei com isso na cabeça até chegar na casa, quando me deparei com um Homem Idoso, que estava olhando para os destroços. Estranhei, tipo, por que um homem idoso estaria aqui na casa da minha família, olhando os destroços? Isso me indignou por um instante, mas deixei de lado, poderia ser algum conhecido. Então eu me dirigi até ele e logo perguntei:

–Olá, é aqui onde moravam Hakawan Nakashika e Kishito Nakashika?

O Homem se vira para mim, e logo estranha alguém perguntar isso. Ele então faz sinal com a cabeça de ‘’Sim’’, e logo diz com a voz meio roca:

–Sim, eles moravam aqui. Por quê?

Após ele confirmar que meus pais moravam aqui, me senti mais aliviado, era incrível saber onde sua família morava, e mais. Então eu olho nos olhos do Homem, e digo:

–Ah sim... Por que eu sou filho deles, Kuromuno Nakashika...

O Homem fez uma cara de assustado, logo em seguida ele respondeu:

–Que? Filho deles? Mas que eu saíba, um assassino foi mandado pelo Rei para matar eles e o filho deles...

Isso me assustou muito, a minha sensei tinha mentido para mim!? Por que ela fez isso? Não fazia sentido, isso me deixou muito nervoso, então eu me virei e sai correndo até a casa da sensei, muito nervoso. Na hora que eu chego, eu vejo a sensei parada, sentada em uma cadeira, bebendo alguma coisa que eu não consegui identificar muito bem o que era, então eu perdi o controle e gritei:

–POR QUE VOCÊ MENTIU PARA MIM? EM? POR QUÊ? VOCÊ DISSE QUE ELES MORRERAM NUM ASSIDENTE, MAS É MENTIRA, O REI MANDOU ASSASSINAR MEUS PAIS E A MIM E VOCÊ ESCONDEU ISSO DE MIM O TEMO TODO! POR QUÊ VOCÊ FEZ ISSO?

Aquela energia que aparecia quando eu ficava nervoso começou a aparecer em meu corpo, eu lembro que ela ficou com muito medo, e tentou se acalmar, e me acalmar, só que eu estava nervoso de mais, não entendia por que ela havia mentido isso para mim! Logo em seguida ela respondeu:

–Calma Kuromuno, calma! Eu ia te dizer... Só estava esperando o momento certo...

Ela estava com bastante medo, e eu ainda não conseguia ler os pensamentos dela e isso fez eu ficar mais revoltado, então eu digo para ela com muita raiva:

–MENTIRA! EU TENHO 15 ANOS JÁ, SE FOSSE PRA ME CONTAR TERIA ME CONTADO ANTES QUANDO EU ESTAVA NA VARANDA!

Ela então me olha, abaixa a cabeça, parecia que ela estava com um pouco de culpa, ou arrependimento, ela então levanta a cabeça e diz:

–Eu sei... Me perdoa Kuromuno...

Comecei a me aliviar aos poucos por ela ter pedido desculpa, então logo eu dizia:

–Você tem sorte que hoje eu estou de bom humor.

A Energia começava a sumir do meu corpo, a sensei começava a se aliviar, então ela diz:

- Vou te dizer uma história... Um certo dia o rei mandou assassinar você e sua familia por que ele previu que você tinha um poder estranho e que poderia ser ruim para o reino, ai sua mãe e seu pai te salvaram colocando-o em minha porta, e num bilhete te dizia pra te contar na hora certa...

–Entendi... Vou voltar lá pra casa dos meus pais... Depois eu volto...

Eu já estava mais calmo, então eu começo a caminhar lentamente até a casa onde meus pais moravam, então eu comecei a sentir uma energia vindo de um lugar perto de onde meus pais moravam e, logo em seguida me dirijo até lá para ver o que era, para mim era estranho, nunca tinha sentido nenhuma energia parecida. Quando eu chego eu vejo um ladrão sem uma arma, que sabia lutar artes marciais, então eu resolvo testar meus treinos e técnicas aprendidas que eu treinei com minha Sensei. Então eu vou upara cima do ladrão desferindo uma forte voadora e depois um gancho, e depois uma joelhada na barriga dele, e em seguida coloco a mão para frente e disparo uma esfera de energia branca, que deixa ele imóvel. Era estranho, nunca tinha sentido essa força antes, era legal, porém estranho. Então eu dou de costas e continuo indo até a casa aonde meus pais moravam. Na hora que eu chego eu encontro o mesmo ancião de antes. O Homem então tem uma cara de aliviado pois ficou preocupado por causa que eu havia saído tão de repente. Eu consegui ler a mente dele por isso sei que ele ficou preocupado, então logo em seguida ele diz:

–Você está ai... Já estava preocupado, você saiu tão de repente que não me deixou terminar. Eu vim aqui e achei essa folha dizendo que existe uma pedra que pode dar poderes místicos e que pode reviver os mortos! O Nome dessa pedra é '' A Pedra Filosofal''. Mas ninguém sabe onde se encontra... Pegue isso.

Então eu pego o papel e olho para ele, não conseguia entender nada, estava em uma língua diferente, então eu seguro, fico analisando ela e guardo, digo obrigado para o homem e vou embora, o homem então diz:

–Apressado como sempre...

Então eu chego em casa, mostro para a Sensei o papel e ela também não entende nada, aquilo era chato, o Homem me dá o papel só que eu não entendo nada dele, que raiva que me deu na hora, mas depois passou. Então, eu guardo o papel e vou dormir, para descansar um pouco.

De noite eu tenho um pesadelo, com minha mãe e meu pai, e a pedra, porém eu não conseguia ver eles direito, tinha um homem com um capuz que tinha uma energia roxa que envolvia o corpo dele, então eu coloco minha família para trás, e começo a lutar com o homem, que me dá muito trabalho para vencer, ele era muito forte, não conseguia, então eu vejo tudo preto, na hora que minhas vistas para eu estou na enfermagem, com minha família e minha sensei. Eu acordo com tudo, era o pior sonho que eu já tive na vida.

–O que é isso? O que isso significa... Por que no meu sonho minha vista escureceu e eu parei na enfermagem? Não faz sentido algum... Será que eu vou conseguir resucitar minha família?–Pergunto para sí mesmo, com medo.

Logo eu tento dormir novamente.

-End-
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Re: The Philosoper's Stone

Mensagem por Convidado em 5/24/2013, 19:45

Episódio 3: A Partida.


Amanhece o dia, o céu estava azulado e sem nuvens, certamente um lindo dia a apreciar, aquilo era muito lindo no meu ponto de vista, dava-se para ouvir o canto dos pássaros, que também era muito lindo. O Despertador toca me acordando, ainda era 10:15 da manhã... Então, eu me levanto, vou até o banheiro e escovo meus dentes, lavo o rosto, tomo um belo de um banho, e faço o resto das coisas. Logo em seguida, vou para a sala e se sento no sofá, que logo avisto minha mochila, e a abro, pego o papel ganho do ancião e fico vendo ele. Os Símbolos eram difíceis de decifrar, eu não entendia nada. Isso Realmente era chato, ficar olhando pra um monte de coisa que você não entende, isso confunde a cabeça de qualquer um... Eu fico pensando por uns 10 minutos, após isso eu havia tomado uma decisão, vou até o quarto da minha Sensei, Anaki Tomuro. Na hora que chego eu acordo ela com um susto, mas não era de minha intenção dar um susto nela, é que ela tem sono leve e não pode tocar nela que ela já acorda...

–Sensei! –Chamo Ela.

–QUE? AONDE? QUE FOI? QUE DIA? QUANDO?- Pergunta ela assustada já que eu a acordei. –Ah... É você, Kuromuno, vê se não me assusta mais Hein! –Completa.

–Não vou assustar.... Tomei uma decisão muito importante...–Digo eu, com a cabeça baixa.

–Mais que diabos de decisão é essa?!–Pergunta ela, ela me parecia estar curiosa pelo tom da pergunta.

–A Decisão que, eu vou partir em busca da tal pedra filosofal para ressuscitar meus pais...–A Respondo com um tom de tristeza, mas ao mesmo tempo felicidade. A Tristeza era que eu iria partir de casa, e a felicidade era que eu iria ressuscitar meus pais.

–O QUE? VOCÊ ENLOUQUECEU? VOCÊ NÃO SABE ONDE FICA A PEDRA, NINGUÉM SABE! E VOCÊ TAMBÉM NÃO SABE OS INIMIGOS QUE ENCONTRARÁ NA SUA BUSCA!–Ela me responde bastante nervosa com o que eu disse, parecia com medo de alguma coisa.

–Eu já tomei minha decisão. Pensei a noite toda sobre isso...-A Respondo.

–Então acho que não tenho como impedir... Só peço que leve isso com você... –Diz ela aparentemente mais calma.

Ela então pega uma mochila, coloca algumas coisas, como água, comida, roupas, e alguns equipamentos, como espada, adaga, e etc.

–Pra que tudo isso? –Pergunto a ela com curiosidade.

–Você irá precisar de tudo isso. Confie em mim. –Me responde, e continua fazendo o que ela estava fazendo, eu estava confuso, para que aquilo tudo de coisas na mochila? Tinha monte de armas, eu não sabia usar nem metade, e como aquilo tudo cabia na mochila?

A Sensei, então coloca a mão sobre a mochila, e dispara um raio azul que cobre toda a mochila a rodeando, aquilo me deixou tonto. A Mochila começava a encolher, e ficar muito pequeno, muito pequeno mesmo. Então, ela pega um bracelete, e aperta um botão, que abre tipo um buraco nele, ela coloca a mochila lá, e fecha, logo após, o bracelete fica amarelo com um feixe de luz, logo depois volta para sua cor original, que é branco. A Sensei então diz:

–Toma, coloque no braço.–Diz ela já dando o bracelete na minha mão.

Eu pego, e coloco, na hora que eu coloco parece que o bracelete gruda no meu braço, as veis sobem e parece que se conecta ao bracelete, doeu muito.

–Que dor! Passou... –Digo eu.

–É normal no começo doi, mas depois de um ou dois minuto para de doer, e com esse bracelete, com o pensamento você consegue fazer aparecer comida, roupa, água, e também pode transformar o bracelete em alguma das armas que eu coloquei na mochila. –Explica a Sensei.

–Entendi... Obrigado sensei! -Agradeço a ela.

–De nada Kuromuno, faça bom uso dela, hein!–Diz ela.

–Ok! Vou apenas tomar café e já vou ok? To morrendo de fome...

–Ok.

~Dez Minutos Depois~

–Terminei... Vou indo... Tchau... –Digo eu meio que triste por deixar a casa.

–Tchau...–Responde.

Então, eu pego minha mochila e saio andando, dando sinal de ''tchau''.

–End-
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Re: The Philosoper's Stone

Mensagem por Convidado em 5/27/2013, 19:15

Episódio 4: Primeira Luta de verdade.

Após um tempo de que saí de casa, não estava muito longe ainda de minha cidade natal, eu adentrava à uma vila pequena, pacáta, ninguém morava lá. Um guarda me vê, e grita:

-Ele está aqui, venham rápido!

Isso me assustou e me surpreendeu ao mesmo tempo, eu dei um passo para trás, com uma face de não entender o que está havendo, mas eu não entendia mesmo, o que os guardas queriam comigo? Será que era aquela história de que eu tinha um poder enorme e o Rei mandou me assassinar? Será?

Poucos instantes depois, eu já estava cercado de guardas, que corriam na minha direção por todos os lados, me deixando sem saída nenhuma, então em um movimento rápido, eu dou um salto muito alto, e caio em cima de um telhado e então eu saio correndo pulando de casa em casa, assim despistando os guardas. Quando os guardas não já tinham a minima noção de onde eu estava, eu volto para o chão, e então começo a andar para frente olhando para trás, e então, esbarro em uma garotinha que estava correndo, eu olho pra ela, e ela em um movimento rápido me dá um tapa na cara, isso foi frustrante...

-Ouch, o que foi isso? Eu não vou te machucar! - Pergunto para a garota.

- Ah... M-me desculpe... Pensei que fosse um daqueles malditos guardas! - Responde a mesma.

- Entendi... Mas por que está correndo deles? - Pergunto.

0 Eles mataram minha mãe e prenderam meu pai, e querem me levar! Por favor, não deixe eles fazerem isso comigo! - Responde.

''Malditos...'' - Pensa Kuromuno.

- Como é seu nome? - Pergunta a garota.

- Meu nome? Hm... Meu nome é Kuromuno. Mas pode me chamar de Kuro. E qual o seu? - Respondo.

- Ok... Me chamo Anatawa... Kuro... Não deixa eles me levarem, por favor, eu não quero ser presa!

- Tudo bem, eu não vou deixar eles levarem você.

A garota entra no ''grupo'' por um tempo, a gente começa a andar pela vila, ela me conta sua história, me conta coisas sobre seus pais, e sobre o rei, e etc. A Garota parecia bem legal, era uma ótima companheira de conversa, até que eu me lembro dos meus pais... Isso me deixou triste, e em uma reação da lembrança, eu dou um forte soco na parede, a quebrando. Eu fiquei com muito ódio e muita tristesa ao mesmo tempo.

~Palácio do Rei~

O Rei sente uma energia estranha, e então diz:

-Ahm...? Essa energia... É o garoto! Mandem uma tropa para o leste imediatamente! Ele não pode escapar dessa vez.!

-Sim Senhor. - Responde o auxiliar do rei, fazendo um sinal de reverenciamento, e então se retira da sala, em direção à sala das tropas.

~Aonde Kuromuno estava, dez minutos depois.~


As tropas chegam ao local, eu estava sentado, brincando com a garotinha, estava longe dos prédios, e então a tropa aparece e cerca completamente o local, eu não tinha como saltar para fujir em nenhum local, se saltasse eu em algum lugar seria pêgo pela tropa. Aquilo me deixou muito frustrado e nervoso, e ao mesmo tempo com medo... Uma energia negra começava a emanar do meu corpo, meus olhos iam perdendo a pupila, minha blusa voava, e então escritas japonesas apareciam em minhas costas, formando um circulo nas minhas costas, e nesse circulo aparece uma tatuagem de um tipo de monstro não identificado, logo após as pupilas apareciam novamente, porém essas vermelhas. O Bracelete começava a apitar, e então mandava um sinal sonoro que ampliava toda a intencidade da minha energia, mas ao mesmo tempo mandava um raio que não me fazia ''perder completamente a cabeça'', não perder totalmente a conciência, 50% estava controlado e 50% estava livre. Com um grito, a energia é aumentada drasticamente, atingindo tudo em volta.

- Quem vai ser o primeiro? - Dizia.
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Re: The Philosoper's Stone

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